Não basta comer o cu de uma mulher
Há que degustá-lo lentamente
Sentir seu gosto por baixo da língua
Mastigá-lo, digeri-lo...
Não se pode resumir o ato ao cu
Lambe-se o pescoço macio
Alisa-se as ancas fartas
Aperta-se os seios generosos
Puxa-se os cabelos revoltos
Beija-se a boca sedenta...
Pra uns, puro deleite,
Pra outros, coisa nojenta,
Pra mim, prazer infindo...
P.S. - Nunca comi um cu, mas já dei e sei...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Nunca provei uma buceta,
não conheço seu gosto,
mas, sei do que ela gosta...
primeiro porque tenho uma,
segundo, porque meu encantamento por ela
aumenta a cada dia
tenho visto por aqui buceta e inteligência
o que desperta minha doce/louca/insana
indecência...
Venham em bando, solitárias, vis e ordinárias
Sem dor e sem pudor
Estarei a espera...
não conheço seu gosto,
mas, sei do que ela gosta...
primeiro porque tenho uma,
segundo, porque meu encantamento por ela
aumenta a cada dia
tenho visto por aqui buceta e inteligência
o que desperta minha doce/louca/insana
indecência...
Venham em bando, solitárias, vis e ordinárias
Sem dor e sem pudor
Estarei a espera...
e, tua língua, doce e selvagem, me explorando todos os cantos...
os mais tenros
e os mais hostis
me penetrando intenso
me fazendo sentir um prazer infindo
busco algo a que me agarrar, pra não entrar no desespero total
mas, vejo teu pênis, ereto, olhando pra mim
me chamando
e eu, sem mais pensar, enfio tudo aquilo em minha boca
chupando você com todas as minhas forças, meu desejo e minha libido..
Entremeios te imagino....
Entra, meio, todo, tudo
Em meio às minhas pernas...
Rigidez pulsante,
num desejo latente, crescente,
entrega descomunal,
me enfio no meio do emaranhado do teu ser,
em busca do objeto direto no meu verbo
ativo
complementando tudo
numa prosopopéia desvairada...
Doces deLeites...
abrindo-me a ti...
invade tua língua
fazendo-me sucumbir
ao prazer infindo
ao torpor
que depois me traz prazer e dor
numa perfeita sintonia...
frente e verso
em versos...
Em meio a um desatino intenso
Me permito
Me deixo conduzir
Me entrego
Às metáforas e catacreses
Me viro numa sinestesia
Cor e sabor se misturam
Prazer, e, novamente dor, e, depois
Prazer se anuncia...
Sexo, caralho, buceta, cu,
tudo virando poesia...
Entra, meio, todo, tudo
Em meio às minhas pernas...
Rigidez pulsante,
num desejo latente, crescente,
entrega descomunal,
me enfio no meio do emaranhado do teu ser,
em busca do objeto direto no meu verbo
ativo
complementando tudo
numa prosopopéia desvairada...
Doces deLeites...
abrindo-me a ti...
invade tua língua
fazendo-me sucumbir
ao prazer infindo
ao torpor
que depois me traz prazer e dor
numa perfeita sintonia...
frente e verso
em versos...
Em meio a um desatino intenso
Me permito
Me deixo conduzir
Me entrego
Às metáforas e catacreses
Me viro numa sinestesia
Cor e sabor se misturam
Prazer, e, novamente dor, e, depois
Prazer se anuncia...
Sexo, caralho, buceta, cu,
tudo virando poesia...
Logo na entrada, percebi que não seria uma sessão de cinema comum. As cores, as luzes, os cartazes... tudo remontava a sexo. Fiquei confusa. Ele me convidou prum cineminha... e então? Claro, ele me falou de uma surpresa, mas não imaginava que... Então, ele me disse que eu teria uma tarde inesquecível. Sem dúvidas, seria. Pensei em tudo, menos naquilo que vivi. Quis voltar, mas algo dentro de mim me impedia de ir embora. Entrei. Ele me beijou. Ardentemente. ARDENTEMENTE. Um homem ficou nos observando de longe. Mas, quanto mais nos beijávamos, nos acariciávamos, mais o homem se aproximava. Estava se tocando. Deveria ter uns quarenta anos. A média de idade ali. De repente, outro homem entra. Bonito.
- “Le professeur” é você? – Sim. – É ela? – Sim. Senta aí do lado dela. Fica à vontade... não tive como recuar.
Quando vi, já o estava beijando também. EU ERA A ÚNICA MULHER ALI. Vários homens, agora nos observavam. Dois homens. Uma mulher. Beijos, carícias, mãos... outros homens. Olhos, saliva, masturbação.
- Gostou da surpresa?
Sorri, cumplicemente.
- É só pra esquentar... disse.
Fomos prum motel. Nós três. Dois homens. Uma mulher. Beijos. Carícias. Boca. Mãos. Cacetes. Boceta...
Foi, realmente, uma tarde inesquecível.
Cheguei ao apartamento na hora combinada. A porta se abriu. Ninguém. De repente, sinto suas mãos em meus cabelos. Tremo. Beija-me com força. Intenso. Mãos grandes, boca faminta. Me leva pro quarto e me joga na cama, tirando minha roupa sem pudor nenhum. Pra quê? Enfia a língua entre minhas pernas. Chupa-me, como a uma fruta madura... Nem sei quanto tempo dura essa degustação. Só sei que escorro de prazer em sua boca. Em seguida, levo minhas mãos e minha boca em direção àquele pau. Duro. Firme. Enorme. Abocanho. Fico nele por algum tempo. E, quando estamos pra explodir, monto e coloco tudo aquilo dentro da minha boceta, numa eletrizante cavalgada. Numa intensa disputa de corpos. No confronto final, “apeio” da montaria, e sorvo todo o leite, arfando de prazer.
DEVANEIOS DE UMA PUTA
Por que vens a mim? Por quê? Se não me amas (ou quer acreditar nisso veementemente)?
Por que te deitas e te deleitas em minha alcova?
Digo-te. Não é pelos meus braços. Nem pelas minhas pernas, boca, vulva, ânus...
Nada disso te traz a mim.
Muito menos pelos encantos de beleza, coisa de que fui privada... Minha pele? Não. Meus beijos? Talvez. Mas, não exatamente. Tudo isso, ou mais, tens em casa.
Fico me perguntando e penso que não conseguirei saber nunca.
Mas, num súbito, revejo tua imagem, ao pé da minha cama.
Como uma criança, apesar de homem...
O que te traz a mim, são meus ouvidos vaginais, que tua voz penetra a cada final de gozo.
Sentes necessidade de penetrar-me o ouvido com tua voz fálica. Falas de tudo.
Do trabalho. Do futebol. Do casamento falido. Da prestação da casa. Do salário pouco. De política. Da unha encravada. Pagas. Sai. Fico.
E cada palavra do que dizes, soa para mim como uma declaração de amor.
Por isso vens a mim. Porque me amas. Ou quer duvidar disso veementemente.
À mon mec....
Bateu à porta. Abri. Ele entrou. Nada disse. Nada perguntei. Nos olhamos. Forte, Intenso. Me beijou, como se fosse sugar toda minha energia e desabei em seus braços. Ali mesmo, no chão, me jogou. Puxou minhas calças. Lambendo tudo. Tesão...desejo...libido...sexo... Enfiou a mão dentro da minha calcinha, rasgando... Outro beijo, dessa vez, não na boca. Na boceta. Parecia chupar uma manga madura tirada do pé. Enlouqueci. Gritei. Gozei em sua boca, escorrendo...
Abriu o zíper e cai de boca em seu pau teso, duro, de macho. Lambi, chupei, mordi... Sangue e sêmen se misturavam num prazer intenso.
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