Não basta comer o cu de uma mulher
Há que degustá-lo lentamente
Sentir seu gosto por baixo da língua
Mastigá-lo, digeri-lo...
Não se pode resumir o ato ao cu
Lambe-se o pescoço macio
Alisa-se as ancas fartas
Aperta-se os seios generosos
Puxa-se os cabelos revoltos
Beija-se a boca sedenta...
Pra uns, puro deleite,
Pra outros, coisa nojenta,
Pra mim, prazer infindo...
P.S. - Nunca comi um cu, mas já dei e sei...
RECONTRO*
ResponderExcluira mulher que amo
trás de vez
todos os pensamentos
que não sei.
(só) ela faz
o aparecimento
dos sonhos que faltei,
sonhada em mim,
a colorir sentimentos
que (só) sonhei.
ela me veste de si
enquanto se despe.
e me enfeita
quando se toma de mim.
e surgimos múltiplos
numa falta de forma
e de pensamento
– luzes de um templo,
impuros de aurora,
no encontro profuso
na mesma foda
que gozamos juntos.
e após todo o riso
do que já choramos,
num novo recontro
ao céu retornamos,
humanos e físicos.
Fábio Fernando
Eita. Bruta, rústica e sistemática. auhauhauh
ResponderExcluirGostei.
Meu blog: acorda-amor.blogspot.com